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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Filmes de Animação 2011

        
1.º -                                                                      

terça-feira, 22 de novembro de 2011

ETAPAS DE UM PROJECTO

LISTA DE FASES DE UM PROJECTO
 
 

Fase 3 – Pesquisa de Soluções ;
Fase 4 -  Selecção de soluções;
Fase 5 -Elaboração do projecto; (desenho construtivo e as vistas)
 
 
Fase 7 – Testagem do produto;


 
 
Fase 9 – Conclusões ;

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Fase 1 – Definição do problema
 
 Preparar lista de temas-problema antes das aulas, de acordo com as necessidades pessoais ( ex. quero guardar cds; embelezar a mesa da secretária; fazer um brinquedo, fazer uma predução fiel de um objecto).
   Preparar lista de assuntos mais abrangentes ou temas-problema de acordo com os nossos gostos.
   Não preparar nada!!! Fazer uma  "Chuva-de-Ideias"  com os colegas ou pedir ajuda a familiares  
Fase 2 – Organização de equipas de trabalho
 Esta fase ocorre quando o projecto é apresentado em grupo
   Escrever uma lista e projectar de todos os temas seleccionados;
Depois de organizados os temas e seleccionados por votação ou por terem sido os mais referidos, deve proceder-se à organização das equipas de trabalho. 


Fase 3 – Pesquisa de Solucões
"Planear" significa prever antecipadamente quais os pontos fracos e os pontos fortes do projecto. Esta fase pode ser necessário pesquisar ( fotos, Net, revistas, livros observar soluções, fazer esboços ou comparar soluções).



Fase 4 – Selecção  de Solucões
A selecção deve ter em conta aspectos como a forma, técnicas a usar, tempo necessário e os materiais disponiveis; etc.

Fase 5- Elaboração do Projecto
Esta fase compreende a elaboração do projecto em suporte de papel, com a indicação rigorosa das partes a executar  a projecção ortogonal e a cotagem das mesmas.

Fase 6- Desenvolvimento das actividades
A execução prática (medição/corte/preparação das partes/união das partes/ acabamentos).
Fase 7- Testagem
O objecto ou produto deve ser testado a fim de se verificar se  satisfaz a necessidade. 
Fase 8 - Apresentação / comunicação

sábado, 5 de novembro de 2011

Avaliação das propostas de cinema de animação

Os alunos  devem aprender a desenvolver animações  em software próprio; Compreender a importância da Sinopse e dividir a narrativa em cenas, definindo-as com imagens (Storyboard); Desenvolver o Storyboard estabelecendo cada uma das cenas que constituem a sequência narrativa; Aplicar movimentos de aceleração e desaceleração nos movimentos da animação, corrigindo os ritmos dos movimentos e integrá-los na sequência narrativa; Aprender a criar alguns efeitos especiais: Zoom, Travelling, Integrar áudio e sincronizar áudio nas animações

Critérios gerais de avaliação:



quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Como fazer bonecos em arame e "massa" para stop motion.

Este video resume como fazer esqueletos em arame e plasticina para cinema de animação..
Material necessário: arame de cobre, fio de metal, alicate e plasticina.

Boneco articulado


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Cotagem de peças



COTAGEM

É a indicação das medidas das peças em seu desenho. Para a cotagem de um

desenho são necessários três elementos: a) Linha de Cota; b) Linha auxiliar; e c) Cota.



a)Linhas de Cota - são linhas continuas estreitas, com setas nas extremidades. Nessas linhas são colocadas as cotas que indicam as medidas da peca.
b) Linha Auxiliar - é uma linha continua estreita que limita as linhas de cota.
c) Cotas - são numerais que indicam as medidas básicas da peça e as medidas de seus
elementos. As medidas básicas são: comprimento, largura e altura.


CUIDADOS na Cotagem:




Localização por cotagem:















quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Stop Motion através de diversos materiais

Vídeo feito em stop motion utilizando caixas de fósforo.

Video feito em stop motion com latas...


Video feito em stop motion com plasticina...

Video em plasticina obtém o máximo partido da animação de argila numa seqüência de luta que é reminiscência do famoso Neo e Agente Smith  (Matrix...)

domingo, 16 de outubro de 2011

O que a Ergonomia

A palavra “Ergonomia” vem de duas palavras Gregas: “ergon” que significa trabalho, e “nomos” que significa leis. Hoje em dia, a palavra é usada para descrever a ciência de “conceber uma tarefa que se adapte ao trabalhador, e não forçar o trabalhador a adaptar-se à tarefa”.  A Ergonomia usa os conhecimentos adquiridos das habilidades e capacidades humanas e estuda as limitações dos sistemas, organizações, actividades, máquinas eferramentas de modo a torná-los mais eficientes e menos cansativos para o homem. Ao homem quando é exigido algum esforço, na realização de alguma tarefa o trabalhador tende adoptar uma determinada postura que pode ser ou não a mais correcta (trabalho de pé , sentado, trabalho com máquinas ou ferramentas).

      

Fig. 1                                                                   Fig. 2

          Fig. 3                                                                                                                                                                            

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Avaliação de Riscos (Higiene Saúde e Segurança no Trabalho) 2

Os procedimentos e regras de Higiene e Segurança evitam ou minimizam os riscos e doenças profissionais, deverão ser vistos de forma a evitar que os trabalhadores sofram lesões e possam por em causa a boa laboração da Entidade Empregadora, bem como as relações humanas e interpessoais. O estabelecimento e o cumprimento das normas de segurança é fundamental para assegurar a eficácia laboral, o que em termos práticos temos todos consciência que não é fácil impor, mas é da responsabilidade do Empregador, criar condições de segurança, dar conhecimento ao trabalhador dos reais riscos e consequências

Tendo em conta a actividade e de acordo com a lei vigente deverá ser avaliada em parâmetros rigorosos o estabelecimento a visitar, bem como prestar esclarecimentos, auxiliar, organizar e verificar.

Tais como:

  • Grau de cumprimento dos procedimentos e regras de Segurança e Higiene.
  • Cálculos dos índices de sinistralidade (frequência, gravidade e incidência).
  • Organização de disponibilização de todos os EPI’S.
  • Grau de utilização dos EPI’S.
  • Informação de utilização, riscos e protecção. (Equipamentos).
  • Formação dos operadores.
  • Qualidade da manutenção das zonas de circulação (remoção de resíduos, limpeza de líquidos, desobstrução de zonas, etc…)
  • Estado dos Pavimentos (existência de buracos, lajes danificadas, solos irregulares e escorregadios).
  • Avaliação do estado das escadas, degraus, escadotes, pranchas, elevadores de cargas, etc…
  • Avaliação de sistema de 1ª intervenção bem como zonas e vias de evacuação (definição e sinalização).
  • Avaliação da compartimentação anti-fogos, portas corta fogo e paredes resistentes.
  • Material extintor (Bocas de incêncio secas e húmidas. Mangueiras, redes sprinkler’s, extintores, etc…) colocação, sinalização, desobstrução.
  • Controlo manutenção (material Extintor).
  • Sistema de aspiração de fumos e poeiras (zonas de utilização de produtos nocivos).
  • Renovação de ar (ventiladores, extratores, portas e outras aberturas)
  • Avaliação das áreas disponíveis para operadores. (amplitude dos espaços e sua ocupação com máquinas e/ou produtos).
  • Avaliação de substâncias químicas e perigosas, qualidade da etiquetagem, fichas de segurança dos produtos e os efeitos sobre o homem
  • Existência de informação rigorosa e precisa sobre: utilização, manipulação e armazenamento das matérias perigosas, as pessoas que podem utiliza-las e durante quanto tempo, bem como riscos associados.
  • Protecção das máquinas (arranque, paragem, e emergência).
  • Protecção de todas as peças móveis (tapetes e roldanas de transporte para unidades de transformação, porta paletes, bobcat’s etc) bloqueio de funcionamento, chaves de segurança, interrupção de corrente, duplo comando.
  • Manuais de utilização das máquinas em Português.
  • Manutenção, Registo da manutenção periódica, programa de manutenção e existência de fichas para operadores anotarem as anomalias.
  • Avaliação da iluminação (adaptação dos níveis de iluminuzidade ao tipo de trabalho a executar) orientada por tabela própria.
  • Iluminação em zonas especificas (escadas, armazéns, corredores, zonas externas, gabinetes, etc…)
  • Iluminação de emergência, (controlo, eficiência e manutenção)
  • Avaliação das condições de temperatura e humidade.
  • Avaliação do grau e frequências da limpeza das instalações (incluindo postos de trabalho).
  • Avaliação do grau de odores, renovação de ar, qualidade e regularidade da limpeza das casas de banho e/ou vestiários.
  • Avaliação da sinalização e conteúdo das caixas 1ºs socorros, bem como informação disponível e de fácil interpretação em caso de necessidade.
  • Avaliação da formação associada á aquisição de máquinas novas/mudanças de postos de trabalho, verificação das prescrições de segurança, manutenção e informação aos trabalhadores.

Sinais:



    O fim chegou...das disciplinas técnicas

    Em 2013, este blogue teve o cuidado — quase ingénuo — de alertar para o possível fim da disciplina de Educação Tecnológica. Na altura, o Min...